
De todos os amores, presentes dados, as queixas, os nuances, as vidas cruzadas, os desencontros, os afetos refeitos, as amizades reconstruídas, as promessas não cumpridas entre tantas assumidas, sóis nascidos e luas cheias, entre os aceites e os nãos... existe um caminho a ser percorrido.
Há sempre um caminho, uma resposta e uma escolha e sempre um levará ao outro. Algumas vezes se terá a resposta e logo após a escolha, ou se tem o caminho e a resposta e vice-versa. O que é difícil mesmo é perceber o que é caminho, o que é resposta e o que é escolha. Daí, o segredo está na essência da sobrevivência. Na sensibilidade em administrar o uso dos cinco sentidos. Há dias em que precisamos apenas comer, outros sentir, existem aqueles em que não devemos enxergar nada e ainda os que se ouvir algo, é melhor fingir que não ouviu.
Quando isso não acontece numa ordem que nos deixe feliz, é melhor voltar de onde partimos e buscar a natureza do conflito. O brinde pode vir de um olhar, de uma benção ou do axé de qualquer um. A partir daí, desse momento insólito é que parte uma nova caminhada. Mais rápida ou não, não importa mais porque o interesse agora é continuar.
2 comentários:
Deculpe-me, Jojo, mas vou voltar a te atentar aqui. Porque você escreve e isso é necessário a quem possui o dom de sentir.
Começo deixando um desejo feliz de um ano novo feito de realizações e alegrias.
Tive o prazer de te conhecer um dia. E não esqueça daquela tarde azul.
Um carinho, Jojo.
Continuemos...
Obrigado pelas palavras, Gegeu. Bom ver você por aqui. Eu ía fazer uma visita, mas como você se adiantou... fico devendo!
Não esquecerei da tarde azul. Qualquer hora dessas, republico o poema que fizestes para mim.
Carinho,
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